quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Maze Runner - Correr ou Morrer: Livro X Filme


Olá pessoas :)

Acredito que todos já ouviram falar ou conhece o livro Maze Runner.

Ele nos conta sobre Thomas, um garoto que é colocado num labirinto com vários outros garotos que não se lembram de nada (a não ser seus próprios nomes) e que, apesar de já terem se estabilizado e criado uma maneira de viver lá dentro, sempre buscam um jeito de sair desse lugar.

Sim, basicamente é essa a história, mas não vá pensando que é só isso e que portanto é uma história parada e sem graça. Pelo contrário, ela é repleta de ações e reviravoltas, que te prende do início ao fim te deixando várias vezes sem fôlego.

E é lógico que uma história tão boa como essa, ganharia uma adaptação cinematográfica. E por isso em setembro, a Fox lançou o filme  "Maze Runner - Correr ou Morrer".

E hoje irei comparar ambas obras e ver o que uma tem de diferente da outra.

Enredo

É natural que uma adaptação mude a história presente no livro, isso ocorre por diversos motivos.

Com este não foi diferente.

A ideia central do livro é mantida no filme, então ainda temos um grupo de garotos no labirinto tentando achar a saída e blá blá blá... Porém, a grande diferença está na forma como essa ideia é desenvolvida. Temos uma esperança de que eles saiam daquele lugar, só que o trajetória para que isso aconteça é totalmente diferente um do outro.

Em um primeiro momento achei que não fosse gostar dessa mudança, mas estava totalmente enganado. No filme eles conseguem criar uma outra visão do labirinto e de como sair dele de uma maneira incrível, e acaba que nos dois existe um mistério e detalhismo muito grande.

No livro era possível perceber que nada estava lá por um acaso, tudo tinha um propósito e seria usado mais adiante na história, o que acontece exatamente no filme, só que com artefatos diferentes.

Personagens

James Dashner (autor de Maze Runner) conseguiu criar ótimos personagens em sua história, e sempre se espera que certas características e personalidades do mesmo permaneçam no processo de adaptação.
Entretanto no filme tivemos personagens  que foram tratados de  maneira superficiais, o que não foi muito aceito por mim, já que ele é voltado mais para as pessoas que habitam o labirinto e por isso precisava dar um foco a mais para alguns deles.

Mas as mudanças não param por aí, alguns personagens que no livro não são tão trabalhados, acabam ganhando um grande destaque, outro que era chato se torna legal e temos a Teresa (que ganhou vida através da atriz Kaya Scodelario) que infelizmente não teve um grande destaque no filme, mas mesmo assim conseguiu representar muito bem a personagem.

O único que se manteve fiel em todos os detalhes foi o Chuck. Sim, todo seu jeito único de ser permaneceu e posso dizer que ele era exatamente como imaginei. Se me emocionei no livro numa cena X que o envolve, fiquei muito mais emocionado vendo tudo isso e com certeza a atuação de Blake Cooper teve uma participação considerável para esse ocorrido.

Na minha opinião essas mudanças foram O.K e conseguiram trabalhar muito bem com a dinâmica criada para o filme, mas só nela, já que não funcionaria na história original.

Cenários e Inimigos

Uma das minhas maiores curiosidades era saber como seriam retratados os Verdugos.
Mesmo não sendo do jeito que pensava e que o livro descreve, ainda assim ficou muito legal e merece ser citado.
A interação deles com os clareanos ficou bacana, até mesmo vendo de uma lado mais técnico, o que deixou nossa imersão no filme ainda maior. Todo vez que um desses bichos apareciam, dava para sentir um leve arrepio nos braços e na nuca, então apesar de diferente achei válido.

Os cenários, foram uma obra de arte. As fotografias estavam sensacionais e estava notório a preocupação que tiveram em reproduzir o labirinto, já que cada parte dele estava muito bem feita e com muitos detalhes. As heras tão citadas no livro também estavam presente e foi o grande destaque no meio dos imensos muros cinzas.




Apesar das inúmeras diferenças, achei que foi um bom filme. É perceptível a troca de foco que aconteceu de uma história para outra, enquanto que no livro temos um foco enorme no labirinto e tudo é decorrente dele, já no longa foi dado muito mais ênfase nas relações entre as pessoas que habitavam aquele lugar, fazendo com que o labirinto não fosse tão protogonista, mas sim um coadjuvante responsável por dar deixas para que o enredo se desenvolvesse.

Os filmes tem seus erros, só que no geral e como apenas um admirador de filmes que não possui nenhum atributo para julgar de maneira profissional, vale muito a pena assistir. Aqueles que nunca leram irão gostar e quem sabe até se interessar pelos livros (já que aquele final, não merece ser chamado de final, pois não tem um! rs) e aqueles que já leram, aconselho a criar um blog e fazer suas próprias comparações, ou se não só deixa nos comentários que poderemos discutir melhor ;)




terça-feira, 5 de agosto de 2014


Olá pessoal :)

Nessas férias eu li vários livros que já queria ler fazia um bom tempo, e talvez isso explique o motivo pelo qual eu deixei de fazer novas postagens aqui no blog... Mas a questão é que uma dessas leituras foi do espetacular Will & Will.

Este livro me conquistou logo nas primeiras páginas, sendo que a história nem havia começado ainda. Simplesmente amei os Reconhecimentos dos autores e ali já soube que estava diante de algo que seria muito bom!

Na história temos dois garotos chamado Will Grayson, que vivem vidas diferentes e que acabam se encontrando por um acaso do destino. Um Will é do tipo nerd, que tem poucos amigos e que tenta quase sempre não se intrometer na vida das pessoas a sua volta. Já o outro, sofre de depressão, vive escondendo de todos o fato dele ser gay e a única alegria que tem vem de um garoto chamado Isaac por quem é apaixonado, porém ele só mantem contato com ele virtualmente (já que um mora distante do outro).

O livro, que foi escrito em parceria com os escritores John Green e David Levithan, é dividido em capítulos onde cada um deles mostra o ponto de vista de um dos Will. Na parte do Will Nerd Grayson, temos um dos melhores coadjuvantes da história dos livros lidos por mim: Tiny Cooper, ele que é descrito no livro como a "maior pessoa do mundo que é muito, muito gay, e também a pessoa mais gay do mundo que é muito, muito grande". As melhores cenas de comédia são causadas pelo Tiny. Em contra partida na parte do Will Gay Grayson, temos a Maura e preciso dizer que senti um mix de sentimentos em relação a ela, porém a maior parte da leitura só consegui sentir ódio mesmo.

Mas o que fez eu gostar tanto deste livro?
A forma com que os autores abordam certos assuntos.
Nos dias atuais existem muitas polêmicas e preconceito em relação ao homossexualismo, o que faz com que cada um crie uma visão e um pensamento sobre isso. E nesta história os escritores apresentam um ponto de vista que é muito válido e te leva a refletir sobre determinados aspectos que compõem o modo de uma pessoa ser. Não estamos diante de um livro que prega determinadas filosofias e "influência os jovens" (como muitos dizem), aqui temos um livro que fala simplesmente sobre amor e como ele é percebido e sentido por diferentes tipos de pessoas, mesmo que algumas delas dividam um mesmo nome.

Por fim, só posso dizer que esta foi uma das melhores obras que li este ano e entrou facilmente na lista de favoritos. Com uma escrita simples e que flui perfeitamente, é impossível não terminar e se pegar pensando em questões, ideias e pensamentos vistos no decorrer da leitura. Mais uma vez John Green me impressionou e ainda fez com que eu tomasse conhecimento de um novo autor, David Levithan, que escreveu o livro Todo dia e que eu também li e gostei bastante, porém isso é papo para uma outra resenha...

terça-feira, 24 de junho de 2014

                                                                                             
Olá pessoal ^^

Hoje vim falar sobre dois livros que fazem parte da série The Body Finder, da autora Kimberly Derting. São eles Ecos da Morte e Desejos dos mortos.

Nos livros temos uma protagonista chamada Violet Ambrose que possui um dom um tanto quanto estranho: ela consegue perceber os ecos que os mortos deixam.
Você deve estar se perguntando como funciona isso, e eu te explico.
Desde pequena Violet encontra cadáveres através de "sinais" deixados pelos mesmos (esses sinais podem ser um cheiro, uma cor, uma luz, entre outras coisas), porém isso só acontece com seres que foram assassinados. Ou seja, se alguém matar uma formiga, um passarinho ou uma pessoa, esses mortos deixarão rastros perceptíveis para Violet, que só poderá ameniza-los  depois deles serem localizados e enterrados.
Não é um dom sensacional que a colocaria numa escola para mutante no melhor estilo X-Men , porém aqui nesta história ele tem uma importância enorme. Isso porque na pequena cidade dela, eis que surge um Serial Killer que aterroriza a todos, fazendo com que somente ela consiga detê-lo.

Esse é um tipo de livro que consegue te prender devido a escrita da autora (que prefere a narração em terceira pessoa, o que é muito bom para aumentar o clima de mistério) e também porque te faz ficar super curioso e ansioso para saber quem é o real assassino e qual será o desfecho de tudo isso.

O romance entre ela e seu melhor amigo (Jay Heaton) também é algo que merece ser citado. Ele segue o clichê dos livros Teen, mas em contra partida não é algo meloso e super valorizado aqui. Apenas serve como um pano de fundo, além do mais Violet é uma adolescente comum e precisa passar por essas experiências amorosas.
Mesmo com esse próposito, Jay é um personagem cativante e é impossível ler o livro inteiro sem dar pelo menos um suspiro nessas partes romântica. 

Quando comprei o primeiro volume, achei que ele fosse o único e só depois fiquei sabendo que havia continuação. 
A escritora poderia muito bem ter parado no primeiro livro, já que o final dele é satisfatório. Só que também abre espaço para continuação, pois a premissa criada por ela pode ser trabalhada em diversas situações, já que existem N casos que podem ser solucionados com esse dom.

E com isso vamos para o segundo.

Após ter resolvido o caso do Serial Killer, o talento de Violet passa a ser o objeto de interesse de muita gente. Propostas surgem e ela precisará escolher se aceitará ou não. Como se isso não bastasse, um cara novo chega na cidade e passa a ficar bem próximo de Jay, o que causa estranhamento e curiosidades na protagonista, que fará de tudo para descobrir mais sobre esse indivíduo chamado Mike.

Este consegue ser ainda melhor que o primeiro. O tom de mistério continua presente, porém numa porção dobrada, e o fato da narrativa te levar para um caminho e depois mudar completamente de sentido só torna tudo melhor.

A única parte ruim é que apenas dois livros foram lançados aqui no nosso país e a editora intrínseca não tem nem previsão de lançar a continuação. No final do segundo volume, começamos a ver uma Violet adulta e responsável, e que está muito determinada a levar a sério sua escolha. Acho que esse será o ponto mais alto do próximo livro, acompanhar a evolução dessa personagem e o meio encontrado por ela para lidar com todos seus problemas.

Para quem já leu, só nos resta esperar e você que não conhece ainda, fica a dica de uma história fantástica e muito bem escrita.

quarta-feira, 18 de junho de 2014



Recentemente li o livro O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares (Ah como eu amo esse título *-*) e preciso dizer que foi uma leitura satisfatória e muito além do que eu imaginava.

Eu tinha visto alguns vídeos onde este livro era citado, porém em nenhum deles havia uma opinião específica sobre o mesmo. Então decidi ler por conta própria e acabei comprando numa promoção. A primeira coisa que pensei ao ver essa capa foi: "Estou diante de uma história épica de terror!", e permaneci com essa expectativa até por volta das primeiras cem páginas, mas de repente o livro "muda" e todas as minhas teorias vão por água abaixo.

Se você, assim como eu, está querendo ler este livro acreditando que ele se trata de "Uma história épica de terror", é melhor parar agora, pois ele está muito mais ligado a super heróis do que a assombrações e fantasmas. 

Só que esse pequeno detalhe (que para mim foi enorme) não tira o mérito do livro.

Depois que me recuperei do choque de não estar diante de "Uma história épica de terror", passei a ler o livro sem nada em mente, pronto para ser surpreendido com sua verdadeira história. E simplesmente achei ela incrível, diferente de tudo que já li, com uma temática nova (para mim pelo menos) e muito bem trabalhada pelo autor.

No livro conhecemos Jacob Portman, um garoto de 16 anos que teria uma vida muito boa, se não fosse o fato de ter apenas um amigo e não ser muito compreendido pela sua família. Jacob tem um avô chamado Abraham Portman, que conta histórias sobre sua infância e o orfanato em que viveu para seu neto desde que ele era pequeno. No começo, Jacob acreditava nas histórias e achavam elas sensacionais, porém conforme ele foi crescendo, elas mais pareciam mentiras inventadas pela mente velha do seu avô (mesmo que ele tivesse fotos como prova de que tudo era real).
Após uma tragédia, o jovem se vê obrigado a ir até o orfanato e lá ele está preste a descobrir que as histórias estão muito além de ser verdadeiras e que tudo está preste a mudar em sua vida.

O livro foca muito no enredo, não abrindo espaço para histórias secundárias, e a forma como ele é explicado torna a leitura algo leve e descontraído. Há uma pequena ponta de amor entre os personagens e não é algo bobo e adolescente, mas sim um tipo de interesse complexo e que traz certa carga emocional a história. Porém, o autor resolve deixar isso de lado e nem presenciamos muito desse romance (realmente espero que o autor retome isso no próximo livro)

As fotografias são uma obra de arte a parte. Elas funcionam muito bem com o texto, fazendo com que nossa imersão seja ainda maior.


                                                                                           
Por fim, apesar do livro não ser sobre aquilo que eu esperava ("Uma história épica de terror! rs), ele conseguiu me conquistar logo após de ter me desapontado. O autor trabalha muito bem com esse mundo inventado e seus personagens, apesar de não serem excepcionais, nos faz sentir certa afinidade por eles. Só posso dizer que fiquei muito ansioso pelo próximo livro e espero muito que a editora Leya o traga logo para o Brasil!




Título:O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares

Autor: Ransom Riggs
EditoraLeya
Especificações: Brochura | 336 páginas

Site para a compra (menor preço que eu encontrei):http://www.ebxlivros.com.br/livros/RA6978/9788580442670/orfanato-da-srta-peregrine-para-criancas-peculiares-o.html?origem=buscape

segunda-feira, 31 de março de 2014





"Quando Jacqueline segue o namorado de longa data para a faculdade que ele escolheu, a última coisa que ela espera é levar um fora no segundo ano. Depois de duas semanas em estado de choque, ela acorda para sua nova realidade: ela está solteira, frequentando uma universidade que nunca quis, ignorada por seu antigo círculo de amigos e, pela primeira vez na vida, quase repetindo em uma matéria.

Ao sair de uma festa sozinha, Jacqueline é atacada por um colega de seu ex. Salva por um cara lindo e misterioso que parece estar no lugar certo na hora certa, ela só quer esquecer aquela noite - mas Lucas, o cara que a ajudou, agora parece estar em todos os lugares. A atração entre eles é intensa. No entanto, os segredos que Lucas esconde ameaçam separá-los. Mas eles vão ter de descobrir que somente juntos podem lutar contra a dor e a culpa, enfrentar a verdade - e encontrar o poder inesperado do amor."





Preciso admitir que antes de ler este livro, achei que ele fosse uma cópia barata de Belo desastre. No começo eu não parava de tentar comparar a história da Jacqueline e do Lucas com a da Abby e do Travis, mas parei com isso logo nos primeiros capítulos, pois uma história não tem nada a ver com a outra.

Apesar dos personagens ser um tanto quanto semelhantes nas duas histórias, eles se diferenciam entre si devido ao enredo e a temática abordada em cada livro. Enquanto Belo desastre se preocupa em tratar sobre apostas e lutas, Easy foca em um assunto mais polêmico e que pode acontecer com qualquer pessoa: o estupro.

Nunca havia lido um livro com essa temática e achei sensacional a forma com que a autora tratou desse assunto. Não é apenas um livro que tenta passar uma lição de moral para os leitores, ele vai muito além disso e consegue ter uma história que, apesar de não ser algo super elaborado, consegue chamar sua atenção e te entreter do início ao fim.

Enquanto eu lia, inúmeros sentimentos passou por mim, porém o que permaneceu foi a indignação. Ver o que os outros achavam da Jacqueline era horrível, mas perceber que ela não podia fazer nada e que a mentira inventada sobre ela crescia cada vez mais, só tornava tudo pior. Eu fiquei com muita pena dela, mas ver ela enfrentando tudo isso e não dando bola para o que diziam, fez com que eu gostasse ainda mais deste personagem.

Por fim, preciso dizer que este livro superou todas as minhas expectativas e amei cada página dele.



Dica de música para acompanhar a leitura: Eu escutei bastante o CD DEMI da cantora Demi Lovato :)





Título: Easy
AutoraTammara Webber

Tradução: Ivar Panazzolo
EditoraVerus

Especificações: Brochura | 305 páginas

Site para a compra (menor preço que eu encontrei): http://www.extra.com.br/livros/LivrodeLiteraturaEstrangeira/Romance/Livro-Easy-Tammara-Webber-2233420.html?utm_source=buscape&utm_medium=comparadorpreco&utm_campaign=Livros_Romance&utm_content=2233420&cm_mmc=buscape_XML-_-LIVR-_-Comparador-_-2233420

quarta-feira, 12 de março de 2014



Você já chorou muito lendo um livro? Pois bem, eu chorei muito lendo ESTE livro...

A estrela que nunca vai se apagar conta a história de Esther Earl, uma garota que foi diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos de idade e teve que lutar contra essa doença por toda sua adolescência. Esse livro, que é praticamente uma biografia, conta a história dessa heroína através de depoimentos de familiares, amigos e médicos, com entradas em diários e cartas da própria  Esther e há também uma linda introdução do John Green.

Você deve estar se perguntando: "Mas a troco do quê eu leria um livro que vai me fazer chorar?"
É aí que está o X da questão.
O livro não foi escrito para te fazer chorar, ele simplesmente está ali para te contar como foi a vida dessa garota durante esse período de dificuldade. Porém se você tem o mínimo de compaixão, com certeza vai se emocionar, pois ao longo das 400 páginas você vai vivenciando junto com ela o quão difícil é ter que lidar com algo em que já se sabe que o final não é um dos melhores.

Eu dei a sorte de terminar de ler o livro em uma madrugada, no meu quarto e longe de qualquer pessoa. Isso foi bom porque fez com que eu não precisasse passar vergonha (cá entre nós, chorar em público é muito vergonhoso). No momento em que o pai dela conta como ela morreu (isso não é nenhum spoiler, pois logo na introdução o John Green conta isso) foi quando eu comecei a deixar umas lágrimas rolarem pelo meu rosto, porém na parte do discurso fúnebre do pai e quando seus irmãos falam como está sendo viver sem ela, eu já estava chorando litros e quase não conseguia mais ler de tanto chorar.

Eu super recomendo essa leitura e posso dizer que este livro é um "A culpa é das estrelas" da vida real. Ver pelo quê essa menina passou e como no meio dessa tragédia toda ela conseguiu ainda ser uma pessoa melhor, é motivador e vai te fazer repensar em certos aspectos da vida


Dica de música para acompanhar a leitura: Durante minha leitura, eu ouvi a banda Beirut e preciso dizer que as músicas deles também foram um combustível para todo meu choro.


Título: A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar

Autor: Esther Earl, Lori, Wayne Earl
Tradução: Edmundo Barreiro, Maria De Lourdes Sette, Regiane Winarski
Editora: Intrínseca
Especificações: Brochura | 448 páginas
Site para a compra (menor preço que eu encontrei): http://livraria.folha.com.br/livros/biografias-e-memorias/estrela-nunca-vai-apagar-1220787.html?tracking_number=63